Minha singela homenagem a todos os bipolares!
A
Alma Bipolar
Eu sou incrível, apesar de muitos não compreenderem a natureza bipolar.
A alma bipolar nada mais é do que:
Uma alma heroica nascida com sensibilidade alem da condição humana.
Desesperada na necessidade da verdadeira conexão.
Pra mim, o toque é como o vento!
O infortúnio é uma tragédia!
A alegria é um extasy!
A alma bipolar nada mais é do que:
Uma alma heroica nascida com sensibilidade alem da condição humana.
Desesperada na necessidade da verdadeira conexão.
Pra mim, o toque é como o vento!
O infortúnio é uma tragédia!
A alegria é um extasy!
Um amigo é como um amor!
Um grande amor é como minha própria vida!
Sem ele, morro...definho, não existo!
A rejeição é como uma sentença de morte!
Um sonho acordada é uma premonição!
Regras são um sulfocamento!
Acrescente a minha extrema sensível alma, uma avassaladora necessidade de cura e de
criação e transformação, tudo isso com lágrimas e gritos de honestidade pra criar música e poesia ou algo de significado, ou eu posso simplesmente parar de respirar.
Eu devo criar, devo expressar meu tudo em toda oportunidade, por alguma estranha dolorida urgência, do contrario não me sinto verdadeiramente viva a menos que esteja arriscando tudo através da divina expressão, seja ela qual for!
Um sonho acordada é uma premonição!
Regras são um sulfocamento!
Acrescente a minha extrema sensível alma, uma avassaladora necessidade de cura e de
criação e transformação, tudo isso com lágrimas e gritos de honestidade pra criar música e poesia ou algo de significado, ou eu posso simplesmente parar de respirar.
Eu devo criar, devo expressar meu tudo em toda oportunidade, por alguma estranha dolorida urgência, do contrario não me sinto verdadeiramente viva a menos que esteja arriscando tudo através da divina expressão, seja ela qual for!
Aliás, “extremo” é minha palavra de ordem!
Agradeça a todos os bipolares por terem a coragem de criar, de transformar e de serem mágicos de uma forma que os outros em sua mediocridade não o conseguem.
Por que sem nossa coragem e luz.
O Mundo seria um lugar cinza.
E os pobres comuns não teriam em quem se inspirar ou a quem idolatrar.
Sem nós, as pessoas diagnosticáveis de tantas síndromes...
O mundo não teria histórias de atos de coragem para contar em seu livros.
Sem nós...bipolares , belos Peters Pans, histéricos e esquizofrênicos, vcs não teriam um mundo colorido e cheio de magia !
E sem os invejosos, que tanto nos odeiam porque não conseguem se sentirem livres e felizes como nós, não teríamos tanto reforço para continuarmos a sermos maravilhosamente nós mesmos. Loucos! Mas tão incríveis comparados ao comum, ao vulgar!
Existe criatura mais inferior do que a ingrata?
Se o amor é a soma de todas as virtudes, a ingratidão é a soma de todas as misérias!
Agradeça a todos os bipolares por terem a coragem de criar, de transformar e de serem mágicos de uma forma que os outros em sua mediocridade não o conseguem.
Por que sem nossa coragem e luz.
O Mundo seria um lugar cinza.
E os pobres comuns não teriam em quem se inspirar ou a quem idolatrar.
Sem nós, as pessoas diagnosticáveis de tantas síndromes...
O mundo não teria histórias de atos de coragem para contar em seu livros.
Sem nós...bipolares , belos Peters Pans, histéricos e esquizofrênicos, vcs não teriam um mundo colorido e cheio de magia !
E sem os invejosos, que tanto nos odeiam porque não conseguem se sentirem livres e felizes como nós, não teríamos tanto reforço para continuarmos a sermos maravilhosamente nós mesmos. Loucos! Mas tão incríveis comparados ao comum, ao vulgar!
Existe criatura mais inferior do que a ingrata?
Se o amor é a soma de todas as virtudes, a ingratidão é a soma de todas as misérias!
Sejam gratos aos ditos “doentes mentais”!
Carla Bonesso
Carla Bonesso
Aliás, devo deixar bem claro que a inspiração para o nome do meu blog foi o livro Uma Mente Inquieta:
ResponderExcluirExtraordinário testemunho pessoal de Kay Redfield Jamison, autoridade internacional na doença maníaco-depressiva e uma das poucas mulheres catedráticas em medicina em universidades norte-americanas. É a revelação da sua própria luta, desde a adolescência, com a doença e de como a doença moldou a sua vida.
Com linguagem vigorosa, directa e franca, com humor e simplicidade, ela leva-nos a penetrar no território fascinante e perigoso dessa forma de loucura – um universo no qual um pólo pode ser a terra sombria e sedutora dominada pelo que Byron chamou de “melancólica estrela da imaginação”, e o outro, um deserto de depressão e, com triste frequência, morte.
Kay Jamison sofreu o seu primeiro ataque da doença maníaco-depressiva aos dezassete anos. Neste livro poderemos acompanhar a sua guerra contra a doença durante a faculdade, a pós-graduação, durante um apaixonado caso de amor e o desespero da perda, ao longo de episódios de violência, surtos de loucura e a tentativa de suicídio. Vivenciamos o seu medo de renunciar às animações inebriantes e à sua crença firmemente enraizada de que deveria enfrentar a doença sem medicação – medo que a leva a oferecer resistência ao lítio, a droga que acabaria de salvar a sua vida. Finalmente, ela relata o lento e doloroso controlo da sua doença através do conhecimento, da coragem, da medicação e da autodisciplina.
São memórias comoventes e estimulantes de uma mulher cuja feroz determinação de conhecer o inimigo, de usar os dons do seu intelecto para exercer influência no mundo, a levou a tornar-se antes dos quarenta anos uma autoridade mundial sobre a doença maníaco-depressiva e cujo trabalho ajudou a salvar inúmeras vidas.
Eu já li e recomendo!!!